“Urge a promoção evangélica de uma cultura de vulnerabilidade compartilhada, que reconheça a humanidade dos ministros ordenados. Que ao enfrentar o problema exige não apenas ações individuais, mas mudanças estruturais e espirituais na cultura pessoal e eclesial. A saúde mental do clero depende do próprio ministro, bem como de uma comunidade que acolha fragilidades e reconheça que a santidade não nasce da negação da humanidade, mas da vivência autêntica dela”.
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